Visualizzazione post con etichetta sigilli. Mostra tutti i post
Visualizzazione post con etichetta sigilli. Mostra tutti i post

martedì 20 febbraio 2018

Jouvenel des Ursin, Jean IV ( -1566), vescovo

Jean IV Jouvenel des Ursin
Abate commendatario di Saint-Méen (1539 post-?)
Vescovo di Tréguier (1548-1566)

Blasonatura/descrizione
Bandé d'argent et de gueules de six pièces, au chef de gueules chargé d'une quintefeuille d'argent et soutenu d'un chef d'or

02

Blasonatura/descrizione
Bandé d'argent et de gueules de six pièces, au chef d'argent d'une rose de gueules soutenue d'un fasce d'or

Riferimenti biografici
scheda di www.catholic.hierarchy.org
pagina di fr.wikipedia.org
pagina di www.infobretagne.com

Riferimenti araldici
pagina di fr.wikipedia.org 
pagina di www.infobretagne.com
pagina di fr.wikipedia.org (Famille Jouvenel des Ursins)

Fonti immagini
01 pagina di www.infobretagne.com
02 pagina di fr.wikipedia.org

Guibé, Robert (1460ca-1513), vescovo, cardinale di S.R.C.

Robert Guibé (o Britto)
Vescovo di Tréguier, 1483-1502
Vescovo di Rennes, dopo il 1502- 
Cardinale presbitero di Sant'Anastasia, 1505-1513
Abate commendatario di Notre-Dame di Clermont, 1506?
Vescovo di Nantes, 1507-1511
Arciprete della Basilica di Santa Maria Maggiore, 1511
Amministratore apostolico di Vannes, 1511-1513

02

03


Blasonatura/descrizione
D'argent à trois jumelles de gueules accompagnées de 6 coquilles d'azur 3. 2. 1. au chef d'or

D'argent à trois jumelles de gueules accompagné de six coquilles d'azur, trois, deux, une, au chef d'or

Riferimenti biografici
scheda di www.catholic-hierarchy.org
pagina di fr.wikipedia.it
pagina di www.infobretagne.com

Riferienti araldici
pagina di fr.wikiepedia.org
pagina di www.infobretagne.com

Fonti immagini
01 pagina di www.infobretagne.com
02 pagina di www.araldicavaticana.com (Britto de Challanch, Roberto de)
03 pagina di fr.wikipedia.org

Coëquis, Jean de ( -1464), vescovo

Jean de Coëquis
Vescovo [eletto] di Rennes (1450-1454)
Vescovo di Tréguier (1454-1464)

Blasonatura/descrizione
D'argent au sautoir de gueules cantonné de trois roses [?] de même et d'un annelet en chef

02

Riferimenti biografici
scheda di www.catholic-hierarchy.org
pagina di fr.wikipedia.org
pagina di www.infobretagne.com

Riferimenti araldici
pagina di www.infobretagne.com
pagina di fr.wikipedia.org

Fonti immagini
01 pagina di www.infobretagne.com
02 pagina di upload.wikimedia.org

Nota 
Lo stemma del prelato è così presentato nella pagina di fr.wikipedia.org (Jean de Coëquis. Armoiries)
Ce prélat avait pour armoiries : écartelé aux 1er et 4e de gueules à la croix pattée d'argent, et aux 2e et 3e de gueules à la croix d'or frettée d'azur. Les verrières de la Métropole donnent à cet évêque : écartelé aux 1er et 4e de gueules à la croix pattée d'argent, au 2e de gueules à la croix d'or, au 3e de gueules à la croix d'azur

Le Prévôt de Bois Boëssel, Yves ( -1348), vescovo

Yves Le Prévôt de Bois Boëssel (du Boisboissel)
Vescovo di Tréguier (1327-1330)
Vescovo di Quimper (1330-1333)
Vescovo di Saint-Malo (1333-1348)

Blasonatura/descrizione dello stemma del controsigillo
d'azur à une fasce d'or accompagnée de trois molettes de même 2 et 1

02

Blasonatura/descrizione
D'après blason la palu de gueule à la croix d'hermine cantonnée d'étoiles et de macles d'or

Riferimenti biografici
scheda di www.catholic-hierarchy.org
pagina di fr.wikipedia.org
scheda di www.infobretagne.com

Riferimenti araldici
pagina di www.infobretagne.com

Fonti immagini
01 pagina di www.infobretagne.com
02 pagina di upload.wikimedia.org

Tournemine, Geoffroy de ( -ante 1317), vescovo

Geoffroy de Tournemine
Vescovo di Tréguier (1296-ante 1317)

02
Blasonatura/descrizione
Écartelé d'or et d'azur

Riferimenti biografici
pagina di fr.wikpedia.org
pagina di  www.infobretagne.com

Riferimenti araldici
pagina di dechav.free.fr

Fonti immagini
01 pagina di www.infobretagne.com
02 pagina di dechav.free.fr

Tillet, Jean du (-1570), vescovo

Jean du Tillet le Jeune
Vescovo di Saint-Brieuc (1553-1564)
Vescovo di Meaux (1564-1570)


Riferimenti
scheda di www.catholic-hierarchy.org
pagina di fr.wikipedia.org

Fonti immagini
pagina di www.bretagneweb.com

Capitolo della Cattedrale di Saint-Brieuc

Chapitre de la Cathédrale de Saint-Brieuc (et Treguier),

Riferimenti
pagina di fr.wikipedia.org

Fonti immagini  
pagina di www.bretagneweb.com

venerdì 14 aprile 2017

Sigillo con stemma episcopale di fr. Flaithrí Ó Maolchonaire (Florence Conry), OFMObs., Arcivescovo di Tuam (1609-1629)


Flaithrí Ó Maolchonaire (Florence Conry Conroy O'Mulconner), nacque nel 1560ca. Religioso professo dell'Ordine dei Frati Minori Osservanti, il 30 marzo 1609 venne eletto alla sede arcivescovile di Tuam e ricevette la consacrazione episcopale il successivo 3 maggio. Morì il 18 novembre 1629.

Il sigillo è così descritto nella pagina di historyireland.com:
Ó Maolchonaire’s crest: the Red Hand, surrounded by a flowing material known as mantling, appears below a flat, wide-brimmed episcopal hat, flanked by rows of tassels on each side. The archbishop’s cross appears between the hat and the Red Hand, denoting his metropolitan jurisdiction as primate of Connacht. Although only the beginning and end of the inscription (top right and top left respectively) are visible in this particular reproduction, the edge of the seal is inscribed with Ó Maolchonaire’s name and title in Latin: Florentius Conrius Archiepiscopus Tuamensis. (Archivo General de Simancas)

Riferimenti; scheda biografica di catholic-hierarchy.org; pagina di en.wikipedia.org


A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

martedì 21 marzo 2017

Stemma e sigillo della Congregazione dei Fratelli dei poveri di san Francesco serafico


I Fratelli dei poveri di San Francesco serafico (in latino Congregatio Fratrum Pauperum Sancti Francisci Seraphici, inglese The Brothers of the Poor of St. Francistedesco Armen-Brüder des Heiligen Franziskus Seraphikus, portoghese Congregação dos Irmãos dos Pobres de São Francisco) sono un istituto religioso maschile di diritto pontificio fondato ad Aquisgrana il 24 dicembre 1857 da Philipp Höver (1816-1864), in religione fratel Giovanni. L'istituto ottenne il pontificio decreto di lode e le sue costituzioni vennero approvate il 19 luglio 1910. I Fratelli dei poveri seguono la regola del Terz'Ordine Regolare di S. Francesco.

Nella pagina del sito della comunità brasiliana della Congregazione così è presentato lo stemma:
A parte principal do brasão é seu escudo, dividido em duas áreas. Na área superior vermelha se acha o presépio com o Menino Jesus. A cor vermelha nos lembra o grande amor que motivou a sua encarnação, como também o nosso amor a Deus e ao próximo que deve ser a força motriz das nossas atividades apostólicas.
A apresentação do presépio com o Infante Jesus foi escolhida: 1º. Porque o nosso bem aventurado João Hoever fundou na noite de natal de 1857 a nossa congregação e o primeiro ato de vida religiosa que o nosso fundador empreendeu com seus três companheiros, à instrução da beata Madre Francisca Schervier, foi a consagração ao Divino Menino Jesus. 2º. Para lembrar o sonho significativo de Madre Francisca, que precedeu à fundação da congregação. Por isso a túnica do Menino Jesus é por dentro vermelha e por fora branca. Estas cores simbolizam as duas virtudes por meio das quais o Menino Jesus, conforme o sonho de Madre Francisca, quer ser venerado em nossa congregação: amor e castidade. 3º. No presépio esposou-se o Divino Salvador com a pobreza. Foi ela a sua fiel companheira até a morte. Também os membros da nossa congregação professam a pobreza voluntária. Tomam-na como sua caraterística principal e se chamam Irmãos dos Pobres de São Francisco, porque querem ser não somente os irmãos dos pobres, como também eles mesmos querem ser pobres. 4º. O presépio há de nos lembrar sempre a finalidade sublime de nossa fraternidade: a ajuda aos pobres, em particular à juventude carente. O Divino Salvador vestiu-se da natureza humana para assemelhar-se aos homens no amor misericordioso, para redimir a humanidade e conduzi-la ao Pai Celestial. Na pobreza pessoal, também nós nos aproximamos dos pobres e desamparados para conduzi-los a Deus.
Na área inferior azul acha-se a brasão da Ordem Franciscana. Os dois braços, dos quais sendo um de Cristo e o outro de Francisco, no meio de ambos se distingue uma cruz, lembram a semelhança da vida de São Francisco com a vida de Jesus crucificado e o amor da cruz do Pai Seráfico. Nós acatamos esta representação em nosso brasão para lembrar: 1º. Que a nossa Congregação é agregada à Ordem Franciscana e participa das indulgências e dos privilégios desta Ordem. 2º. É ela, por conseguinte, um ramo na árvore frondosa que São Francisco plantou. 3º. Presépio e cruz foram os dois sinais característicos da vida espiritual do Seráfico Pai São Francisco, pelos quais ele sempre inflamava de novo o seu amor de Deus e do próximo. Também nós devemos inflamar continuamente o nosso amor de Deus e do irmão sofredor.
Em cima do escudo lê-se o lema da nossa congregação. Depois da nossa Regra de Vida ter sido definitivamente aprovada pela Sé Apostólica e os membros poderem orientar-se mais claramente sobre o caminho a trilhar na vida religiosa, tornou-se aconselhável resumir as Regras num lema que resume em poucas palavras o espírito que caracteriza os Estatutos da Congregação: CHRISTO IN PAUPERIBUS - SERVIR A CRISTO NOS POBRES.

Nella stessa pagina è pubblicato e così presentato il sigillo di cui il disegno qui sopra riportato, attualmente utilizzato come emblema dell'Istituto:
Este selo mostra  uma cruz doble, uma menor surgindo de uma outra sem inscrições. A travessa  vertical inferior formando a letra “B” como abreviatura da palavra “Brothers”(Irmãos, Frade).Este selo foi encontrado em um certificado do Fundador datado em 21 de outubro de 1861

Riferimenti: pagina di it.wikipedia.org; sito della Congregation of the Brothers of the Poor Saint Francis International


A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

giovedì 9 marzo 2017

Ligi-Bussi, fr. Antonio, O.F.M.Conv. (1799-1862), vescovo, arcivescovo



Fr. Antonio Ligi-Bussi

Ordine dei Frati Minori Conventuali
Arcivescovo titolare di Iconio (1851-1862)
Vicegerente di Roma (1851-1862)

01b

01a

02


02a


Riferimenti biografici
scheda di catholic-hierarchy.org

Fonti immagini
01 pagina di flickr.com (documento datato 1856)
02 (documento datato 1851)

Ultimo aggiornamento: 4 dicembre 2018

Sigillo del Sacro Convento di Assisi su un documento del 1625


Sigillo rotondo di ø 24 mm impresso su un documento del 28 luglio 1625, relativo alla reliquia del Velo della Madonna conservata presso la Basilica di S. Francesco in Assisi, a firma di vari frati del Sacro Convento (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco, Miscellanea 66/1-Velo [fald. 16]). Al centro ha il tau e attorno la legenda SIG.SACR.CON.SANC.FRANC[...].

A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

domenica 5 marzo 2017

Egger, fr. Wilhelm Emil, O.F.M.Cap. (1940-2008), vescovo

Wilhelm Emil Egger 
Ordine dei Frati Minori Cappuccini
Vescovo di Bolzano-Bressanone (1986-2008)

02

Riferimenti biografici
scheda di www.catholic-hierarchy.org
pagina di it.wikipedia.org

Fonti immagini
02 pagina di www.bz.bx.net (Monumento per il vescovo Wilhel Egger realizzato nel 2010 da Carola Heine)

Ultimo aggiornamento 26 febbraio 2018

venerdì 3 marzo 2017

Sigillo dell'Inquisitore di Firenze su un documento del 1645


Sigillo ovale (26,5x20 mm) su un documento datato 9 settembre 1645 dell'Inquisitore di Firenze fr. Giacomo Cima da Sezze dell'Ordine dei Frati Minori Conventuali (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesci, Miscellanea fald. 59-FratiSC). Raffigura san Francesco inginocchiato davanti alla croce con la corona del rosario pendente dalla corda di cui è cinto e, nel giro interno, il cordiglio francescano. Nel giro esterno la legenda SIGILVM.INQVISITORIS.FLORENTIÆ


A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

giovedì 2 marzo 2017

Sigillo con stemma episcopale di fr. Antonio Maria Arduini, OFMConv., Vescovo di Noli (1746-1777)

Sigillo su una lettera dell'8 settembre 1760 del Vescovo di Noli fr. Antonio Maria Arduini
a fr. Ludovico Lipsin del Sacro Convento di Assisi
(Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco, Miscellanea fald. 48)

Antonio Maria Arduini nacque ad Albenga il 3 settembre 1691. religioso professo dell'Ordine dei Frati Minori Conventuali fu ordinato presbitero l'8 settembre 1713. Eletto alla sede vescovile di Noli il 9 marzo 1746 venne consacrato il successivo 12 aprile dal Cardinale Antonio Saverio Gentili. Morì il 16 dicembre 1777.

Riferimenti: scheda biografica di catholic-hierarchy.org; pagina di it.wikipedia.org

A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

Sigillo del Procuratore generale dei Frati Minori Conventuali su un documento del 1641


Sigillo ovale di mm 32x26 impresso su un documento del 28 febbraio del 1641 a firma di fr. Biagio Posareki da Chersi, Procuratore generale dell'Ordine dei Frati Minori Conventuali (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento, Miscellanea 66/4-Gabelle e pesi [fald. 16]). Raffigura la scena evangelica di Mt 14, 22-33 con il Cristo che trae l'apostolo Pietro dalle acque con in lontananza, sopra di lui, la barca. Nella parte superiore l'emblema francescano con la cosiddetta conformità. Nel giro la legenda SIGILL.PROCVRATOR.GENER.ORD.MIN.CONV.


Lo stesso sigillo in un documento del 1731 a firma del Procuratore generale fr. Salvatore Salandari (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento, Miscellanea fald. 53)

A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

Piccolo sigillo del Sacro Convento di Assisi su un documento del 1738


Sigillo ovale di mm 16x15 impresso su un documento del maggio 1738 relativo a fr. Giuseppe Maria Curioni a firma del Custode del Sacro Convento fr. Felice Antonio Pulozzi (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco, Miscellanea fald. 51-Curioni). Raffigura il tau su trimonzio affiancato dalla lettere S ed F.

A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

Sigillo della Provincia Serafica dell'Ordine dei Frati Minori Conventuali su un documento del 1752


Sigillo ovale di mm 26x23 impresso su un documento del 9 maggio 1752 con cui fr. Giuseppe Maria Curioni, Ministro provinciale della Provincia Serafica dei Frati Minori Conventuali, attesta l'elezione a Guardiano del Convento S. Francesco in Monteleone di fr. Francesco Antonio Petrelli (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco, Miscellanea fald. 51-Vari). Raffigura san Francesco con la croce nella destra. Nel giro la legenda.
A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

mercoledì 1 marzo 2017

Sigillo del Sacro Convento di S. Francesco in Assisi su un documento del 1750


In un  documenti del 1750 conservato presso l'Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco in Assisi (Copia del calcolo, fatto dal P. Propri sopra l'Amministraz.e della Chiesa superiore, esercitata dal P. M.ro Belli, e dal P. Bacc. Ricci e concordato autentico fra ambe le parti, 20 maggio 1750, c. 11 v., Miscellanea fald. 35) è impresso un sigillo ovale di mm 240x200 con al centro il tau su trimonzio entro cornice a volute sormontata da una conchiglia e nel giro la legenda S*SACRI.CONV:S.FRANCI..DE.ASISIO:

A laude di Gesù Cristo e del poverello Francesco. Amen.

martedì 28 febbraio 2017

Hugues, fr. Guillaume d', O.F.M.Conv. (1564-1648), procuratore generale, ministro generale, arcivescovo



Guillaume d'Hugues
detto Guglielmo Ugoni d'Avignone
Ordine dei Frati Minori Conventuali
Procuratore generale (1605-1607)
Vicario generale apostolico
LXIV Ministro generale (1608-1612)
Arcivescovo di Embrun (1612-1648)

02

Riferimenti biografici
scheda di catholic-hierarchy.org
Benoffi, Francesco Antonio, Dei procuratori generali dei Minori nella curia romana : Memorie storiche della vita di Giovanni Daore d'Udine minorita, vescovo di Trevigi, Pesaro, Annesio Nobili, 1830, p. 36
pagina di fr.wikipedia.org
George de Soultrait, Armorial de l'ancien duché de Nivernais ; suivi de la Liste de l'assemblée de l'ordre de la noblesse du bailliage de Nivernais aux États-Généraux de 1789, Paris, V. Didron, 1847, p. 20 (vedi risorsa online in gallica.bnf.fr)

Fonti immagini
01 Sigillo (29x25 mm) su una lettera del 14 dicembre 1605 (?) di fr. Guglielmo d'Avignone, Procuratore generale dell'Ordine dei Frati Minori Conventuali al Custode del Sacro Convento di Assisi fr. Antonio da Melfi (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco, Miscellanea fald. 42)
02 Assisi, Sacro Convento di S. Francesco, Sacrestia segreta Stemma su un armadio eseguito da Lorenzo Mandolini e Tommaso di Giulio tra il 1630 e il 1650 ca
03 pagina di commons.wikimedia.org

Ultimo aggiornamento: 13 giugno 2019

sabato 21 gennaio 2017

Ordine dei Frati Minori Conventuali

Ordine dei Frati Minori Conventuali
Ordo Fratrum Minorum Conventualium

L'Ordine dei Frati Minori fondato da san Francesco d'Assisi e la cui regola fu formalmente approvata da papa Onorio III nel 1226 visse nel XIV una certa decadenza, a cui reagì una rinnovata tendenza alla stretta osservanza della Regola stessa.
La riforma, che ebbe il suo vero iniziatore in Paolucci Trinci di Spoleto, prese il nome di Regolare Osservanza e, dall'Italia, si diffuse in diversi paesi. Agli osservanti francesi (e, attraverso di loro, agli altri) nel 1415 il Concilio di Costanza diede l'approvazione canonica. Nel 1517 papa Leone X con la bolla Ite vos convocò un "Capitolo generalissimo" al fine di risolvere le controversi e le tensioni fra i frati "della comunità" e quelli "osservanti", ma il tentativo ebbe l'esito opposto. Il 12 giugno dello stesso anno con la bolla Ominipotens Deus lo stesso pontefice stabiliva di fatto la separazione giuridica e formale dei frati minori "conventuali" e di quelli della "regolare osservanza" a cui riconosceva il primato  giuridico.

Il termine "conventuali" era comunque già in uso nella seconda metà del XII secolo per indicare i minoriti delle chiese soggette ai diritti e privilegi delle chiese collegiate come ad esempio l'amministrazione dei sacramenti, la predicazione e la sepoltura ecclesiastica. Tale denominazione riguardò anche i le dimore distinte dalle Costituzioni narbonesi del 1260 in loca conventualia (i conventi di città con le esigenze apostoliche che li riguardavano) dai loca non conventualia (come ad esempio i romitori). Lo stesso Ordine - ancora indiviso - fu detto e considerato conventuale da papa Alessandro IV  che nella bolla Nimis iniuste identifica gli Ordines fratres e le libertas Ordinis con i fratres conventuales.
Tale nome - che dal 1517 divenne ufficiale per i cosiddetti frati "della comunità" - convive localmente con quelli tradizionali di Minoriten (=Minoriti, nei paesi germanici e in altri del centro Europa), Franciszkanie (=Francescani, in Polonia e Boemia), Greyfriars (=Frati grigi, in ambito anglosassone) e Cordeliers (=Frati della corda, in Francia e nei paesi francofoni).

Riferimenti
pagina di it.wikipedia.org
pagina di www.treccani.it

Le Constitutiones urbanae dei Frati Minori Conventuali, approvate appunto da papa Urbano VIII nel 1628, stabiliscono lo stemma e i sigilli (grande e piccolo) dell'Ordine. Tali norme sono rimaste praticamente in vigore fino alle Costituzioni approvate da papa Pio XI nel 1932 che, nell'impostazione, nella suddivisione e nella titolazione dei Titoli, continuano ad avere come riferimento le Urbanae. Di stemma e di sigilli non si parla più in quelle approvate dell'allora S. Congregazione per i Religiosi e gli Istituti Secolari nel 1984 e nemmeno negli Statuti generali promulgati dal Ministro generale nello stesso anno. 
Dal 1628 al 25 marzo 1985, data dell'entrata in vigore delle nuove norme, rimase invariato il contenuto del Titolo primo dove veniva descritto lo stemma (§ 4), il sigillo “grande” (§ 5) e quello “piccolo” (§ 6) dell'Ordine di cui si pubblicava il disegno (§ 7): 4. Sacrum vero Religionis Stemma rubea, simplicive Cruce inter Christi Domini, Divique Patris Francisci brachia decoretur. Equum est enim, eadem insignia venerari, quibus ubique terrarum Ordinis nostri Vexilla feliciter prodierunt. Nemini tamen supra gentilitium hoc Stemmate uti licebit, Ministro Generali, & Ordinis Procuratore pro tempore existentibus, dumtaxat exceptis. 5. Sigillum quoque Religionis majus, quo ad hæc usque tempora usi sunt Generales Ordinis Ministri, inviolatum permaneat. Apparet in ipso Paracliti Spiritus super Sanctissimam Virginem, & super Apostolos Domini in igneis linguis miranda missio, quæ die sacratissimo Pentecostes Jerosolymis contigit; in calce Seraphici Patris figura a medio sursum extensis brachiis, & in extrema inferiori parte Religionis Insignia; inscripta sunt, & hæc verba circum circa. Sigillum Ministri Generalis totius Ordinis Min. Conv. Hoc vero utatur Generalis Minister in diplomatibus, ac patentibus (ut ajunt) literis. 6. Minores autem Sigilli (in quo Divi Patris Francisci a Christo Domino sanctissima Stigmata recipientis, sacra figura cernitur) hanc inscriptionem circa extremas circuli partes habentis. Sigillum Generalis Fratrum Minorum Conventualium; usus continuus sit in obedientialibus, & missivis, seu familiaribus epistolis7. Stemmatis vero, ac utriuscque Sigilli Imagines, quo singulis notiores siant, hic impressas porrigimus.
«Lo stemma dell'Ordine - così è presentato in una sorta di compendio in italiano delle Costituzioni "per uso dei fratelli laici" (Roma, Tip. Agostiniana, 1934) - consiste in una semplice Croce rossa, alla quale s’intrecciano dinanzi il braccio destro di Nostro Signore e posteriormente il sinistro di S. Francesco [anche se nel disegno pubblicato le braccia sono entrambe destre, quella di Cristo, nuda, lato dorso, quella di Francesco, con la manica del saio, lato palmo]. Il campo dello Stemma è azzurro. A nessuno è permesso di apporre questo stemma sopra quello della propria famiglia; eccettuati solamente il Ministro Generale e il Procuratore dell’Ordine, per la durata del loro ufficio. Il Sigillo grande dell'Ordine è usato dal Ministro Generale nei Diplomi e nei Documenti ufficiali. Il Sigillo piccolo è usato nelle obbedienze e nelle lettere ordinarie». L’immagine di quest'ultimo - riproducente san Francesco che riceve le stigmate dal Crocifisso alato - rimanda al Prologo della Leggenda maggiore di san Bonaventura in cui si fa riferimento alle stigmate come «quel sigillo che lo rese simile al Dio vivente, cioè a Cristo crocifisso. Sigillo che fu impresso nel suo corpo non dall’opera della natura o dall’abilità di un artefice, ma piuttosto dalla potenza meravigliosa dello Spirito del Dio vivo» (2: FF³ 1022).


02


03


04

Fonti immagini
01 stemma e sigilli pubblicati nelle Constitutiones urbanæ edite a Bologna (Typ. Laelii à Volpe) nel 1722
02 sigillo "grande" dell'Ordine su un documento datato 9 luglio 1608 a firma del Ministro generale fr. Guillaume d'Hugues (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco, Miscellanea fald. 51-Vari)
03 sigillo "piccolo" dell'Ordine su un documento datato 15 aprile 1626  a firma del Ministro generale fr. Felice Franceschini (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco, Miscellanea 66/1-Velo [fald. 15])
04 sigillo "piccolo" dell'Ordine su un documento del 25 agosto 1724  a firma del Ministro generale fr. Carlo Giacomo Romilli (Assisi, Archivio storico della Basilica e Sacro Convento di S. Francesco, Miscellanea fald. 51-Vari)


Ultimo aggiornamento: 7 febbraio 2021